domingo, 15 de novembro de 2015

A arte do amor!

Que todo o amor, no seu exato momento, se torne mágico, ou simplesmente imprevisto!
Poder correr para abraçar, depois sentar e olhar para o mar.
Deixar escorrer o suor, beijar, tocar, se permitir a explorar!
Simplificar o todo com a suavidade do único.
Poder se inebriar com o prazer de estar.
Puxar o oceano, estreitar a distancia, amenizar a dor!
E depois de tudo isso, alcançar as estrelas, simbolizar o prazer,
Tatuar no céu o verdadeiro sentimento da entrega, da comunhão!
Conjugar o verbo amor em todas as línguas,
Desenhar a palavra amor em todos os cantos.
Sentar para contemplar mais uma obra de arte,
Que foi sendo pintada com nossas histórias,
Que foi sendo esculpida com nosso desejo,
Que foi sendo tocada com o som do nosso coração.
A arte finalizada, eternizada, traz a paz tanto sonhada!
D. C. L.

domingo, 15 de setembro de 2013

Ousado Desejo

Não existe lugar para preceitos, conceitos e pré-conceitos em uma alma insaciada pelo desejo do amor.
Meu corpo reflete através dos meus sentidos o desejo de sentir e  viver a mais deslumbrante e explosiva paixão.
Minha mente inquieta, entrega-se as conexões mais improváveis da existência humana.
O simples torna-se complexo e o complexo torna-se simples criando uma grande rede de emoções.
Sou a respostas de suas perguntas, a descoberta de sua procura e a paixão que seu corpo tanto quer.
Sou a diva e a musa de seu desejo insaciado, a fonte e a ponte para a conjunção total para essa realização.
Quero que conheças minha geografia, que alteres minha química, que reescreva minha história, que complete minha arte. E quero, acima de tudo, que emudeças minhas palavras com teu beijo quente!

D. C. L.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Minha mente se esvazia e por entre seus espaços brotam novas lembranças.
Lembranças de vidas, lembranças de alegrias e tristezas.
Tomo o que me faz amar como uma sequência de histórias interligadas.
Sensações de outros corpos, emoções de outras vidas.
Nossos olhos e nossa alma carregam a verdadeira chave para nossos universos.
A dor e incômodo que dilacera o peito é acalantada com o desvendar do sentimento.
Uma alma e um só sentimento em vários corpos, em muitos personagens.
Passa-me por entre os dedos como algo que não consigo reter o verdadeiro elo que me faz amar.
Quanto mais fecho os olhos mais perto fico do todo.
A certeza de tudo e a incerteza do nada me fortalecem cada vez que meu coração pulsa e as lágrimas escorrem de meus olhos involuntariamente.
Uma descarga elétrica de sentimentos e emoções que estão dentro de meu ser já faz muito tempo, tempo este que não pode ser medido por simples olhares, um tempo eterno que passa lentamente.
O respirar, o olhar, o tocar acompanham essa longínqua viagem de amores em vão!!!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012


Mergulho no nada, me entorpeço no tudo. Faço nada e faço tudo. No fundo só queria fazer uma única coisa: Aquilo que nós dois sabemos, aquilo que nós dois queremos. Ter a atitude de falar, ter a plenitude de ousar.... Ousar no ser, no querer, no desejar. Atitude de mostrar, de demonstrar e de dizer. Mas entre ambíguas e lacônicas formas de expressar, no mais íntimo do ser, sou acima de tudo, o teu pensar.. O teu querer, o teu ser o teu respirar! Transversais da vida, paralelas do coração. Oblíquas vias de ser, de estar. Vejamos: um tudo, um nada. Coragem, medo? Que seja, não importa. O mais importante é ser, é estar, é querer e acima de tudo é viver!!




D. C. L.

Sou um ser social, sou um ser anormal. Sou um ser abrangente, sou um ser envolvente. Sou um ser diferente, sou um ser inerente. Sou uma mulher eloquoente, uma mulher inteligente. Um ser que brilha, um ser que não se humilha.... Uma simples fagulha, um ser que se orgulha. Desejo e não me exímiodo meu belo e simples prazer: Ser eu, em busca do meu eu!




D. C. L.

Ser vivido, ser divino. Histórico, filosófico, simples.

Ser de amarguras, de aventuras de lágrimas puras. Quem sois, ó criatura divina, que me põe em extase total?!

És o supremo, és o contraditório, és o meu espelho....

O espelho do mundo, onde escorre as lágrimas das mais puras criaturas.

Raizes profundas de olhares tão inquisitores.

A força que se faz, nas profundezas sociais.

Desgarrados, pingentes, seres onipotentes!

Alforria da alma, jogos e poderes.

Me fiz um ser diferente, mas no entanto uma louca carente.

Nessa carência frenética, ergue-se a força suprema.

A força que se ergue no olhar, na atitude e na plenitude de uma mulher extremamente coerente com tudo que cerca essa gente, que de tão simples vivência nunca esquece sua essência, humilde forte e sólida, na beleza profunda da complexidade da existência!



D. C. L.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

UMA OBRA INACABADA

Se eu estiver errada, que os grandes pintores, músicos, poetas e compositores me corrijam, mas acho que toda obra de arte, independente de estar finalizada, ela é indiscutivelmente inacabada em minha opinião, pois está sujeita a retoques, modificações, etc.

Falo isso porque estou comparando minha vida, meu ser, com uma obra de arte inacabada, e infinitamente exposta as alterações propostas.

É, eu sou uma obra prima de arte, mas inacabada e que está sendo feita a cada dia com novas vivências, experiências, amores, cores e dissabores.

Sabe que no fundo, eu não gostaria mesmo de estar concluída, pelo menos ainda não, rsss.

Acho sinceramente, que essa obra prima chamada "Dayse", ainda tem muito que ser pincelada, executada, desenhada e pintada, pois a cada movimento dessa arte chamada "vida", eu me torno melhor, melhor e melhor!!!!!


D. C. L.